A Via da Alegria é uma procissão pelas Ruas da Baixa Chiado em Lisboa, e que simbolizam o caminho que a Sagrada Família fez até Belém, onde Maria deu à Luz, Jesus, o Salvador do Mundo.

Todos são convidados a participar e trazerem família e amigos.
"Naqueles tempos apareceu um decreto de César Augusto, ordenando o recenseamento de toda a terra. Este recenseamento foi feito antes do governo de Quirino, na Síria. Todos iam alistar-se, cada um na sua cidade.
Também José subiu da Galileia, da cidade de Nazaré, à Judeia, à Cidade de David, chamada Belém, porque era da casa e família de David, para se alistar com a sua esposa Maria, que estava grávida. Estando eles ali, completaram-se os dias dela. E deu à luz seu filho primogénito, e, envolvendo-o em faixas, reclinou-o num presépio; porque não havia lugar para eles na hospedaria.” (Lc2,1-7)
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Imprima os cânticos e traga-os no dia 18 Dezembro para a Via da Alegria!
Traga o seu estandarte!
Assim deixaremos uma marca verdadeiramente de Jesus nas ruas da nossa cidade.
Veja no link abaixo uma ideia de estandarte.
O Presépio na Cidade fez-se peregrino e Jesus foi Visitar os mais tristes e marginalizados; (…) Muito impressionante o interesse, a ânsia dos que, aí, querem conhecer e confiar neste Jesus que os vai abraçar: a marca profunda que fica em todos esses sítios, visível na alegria pela descoberta que são amados – de que a esperança é possível naquelas vidas tão desfeitas!
- Leonor Ameal -
Naquele lugar nasce a luz. Protegido do frio, pela sagrada família, os animais e a envolvente, criou-se um espaço que se propaga para toda a Humanidade no espaço e no tempo. Naquele lugar nasce o espírito apoiado por Maria e José. Toda a cidade o reconhece, o toma e o propõe ... O Nosso Presépio.
- Catarina Torre do Vale -
O que me parece mesmo importante no Presépio na Cidade é a quantidade de pessoas a quem leva Jesus. Precisamos todos de Jesus. Tanto quem já fala d`Ele como quem O conhece pela primeira vez. É bonito ver como Jesus nos troca as voltas, tornando tão complicado de perceber quem dá e quem recebe, como acontece em todas as experiências de comunhão verdadeira.
- Maria Durão -